Renato Casagrande escolheu: é o candidato de Lula e do STF ao Senado!
Casagrande fez sua escolha no momento em que decidiu confrontar, dentro da bolha da esquerda, o crescimento de Contarato — sabendo que este não pouparia esforços para defender Lula com as mesmas falácias e omissões que agora são reproduzidas pelo próprio Casagrande, ao justificar o desastre diplomático elaborado por Lula.
As perguntas começam a se avolumar em torno da candidatura de Renato ao Senado:
1. Para o agro capixaba, vai adiantar entregar tratores, secadores de café, caminhões, vacinas e estradas vicinais, mas manter sua defesa ao MST, como fez ao vetar projetos e, até hoje, não agir com firmeza para expulsar, o quanto antes, os invasores de terras?
2. Para a população dos grandes centros, vai adiantar reformar escolas, mas não combater a ideologia em sala de aula? E quanto à modernização da formação educacional, garantindo autonomia intelectual e preparo para acessar o mercado financeiro e tecnológico disruptivo?
3. Será parceiro das agências ideológicas que promovem a descarcerização em massa de presos?
4. Vai continuar sustentando um discurso de extrema esquerda, como o do “Sem Anistia”, contribuindo para manter o país em conflito e sem pacificação?
5. O povo se esqueceu do fechamento do comércio? Esqueceu do apoio de Casagrande à ditadura sanitária imposta aqui, que resultou na falência de milhares de empresas?
Pois é… agora não tem mais como esconder: Renato Casagrande é o candidato de Lula e defensor do sistema que aí está. Seu projeto é permanecer com ampla influência no cenário político local, cercado de aliados servis. Estamos diante de um movimento de poder ainda mais sofisticado que o de Paulo Hartung — que, de certa forma, acreditou que teria vantagem sobre esse modelo.
O sistema, segundo seus próprios manuais — já explicitados por antigos nomes — tem um modus operandi: dialogar por dentro, silenciar as vozes dissidentes, e impedir qualquer tentativa de resgate de valores republicanos e humanos. Tudo isso para proteger hoje, a fim de ser protegido amanhã.
E seguimos acreditando… É só entregar. Entregar UBSs sem farmácias ativas e sem serviços básicos de diagnóstico, como um simples ultrassom. Mas entregou…
Entregar tratores ao agro, escolas reformadas, mas com professores sucateados, sem recursos para uma carreira digna de Estado e vivendo como quem faz bico, sem estímulo para se aprimorar.
Pois é…
Estamos diante de mais uma eleição. Afinal, o que vamos escolher?
Continuidade ou mudança de verdade?
Temos nomes?
E vale lembrar: cada senador — e serão dois eleitos — trará mais de R$ 400 milhões em emendas parlamentares para o nosso estado. Vamos continuar dando esse poder à esquerda, que negocia espaços com dinheiro público?
Já vimos onde Lula nos levou. E Renato está junto — agora não pode mais negar.
Estamos às portas de um modelo venezuelano.
Ainda dá tempo para Casagrande recuar. Mas não adianta usar o verniz da responsabilidade sobre as exportações se o desastre foi promovido pela ideologia rasa de Lula — ideologia essa expressamente defendida por Casagrande em seu discurso em Linhares.
Esse discurso já não cola mais para a maioria absoluta dos capixabas e brasileiros.
E quando a ficha cair de vez, vai adiantar um “Casanaro”?
Acreditamos que não.
Na miséria que virá dessa nova fronteira ideológica, falar de liberdade de escolha entre um Calegari, um Léo Monjardim ou uma Maguinha, mas ainda assim optar por Renato Casagrande — já completamente vinculado a uma chapa do PT com Contarato — não vai colar.
Resta saber se, dentro da própria direita, surgirão desarticuladores que, por amizade ou interlocução oculta com o casagrandismo, tentarão provocar rachas internos para favorecer essa articulação e criar um canal de desvio de votos, prejudicando a formação de uma chapa coesa e competitiva.










